"Examinai tudo. Retende o bem." (I Tessalonicenses 5 : 21).

OBRAS EM DESTAQUE

Vale realmente a pena servir a Deus?




Abraão já havia sido abençoado por Deus de muitas formas.
Salvação eterna (Gn  15.6)
Orientação (Gn 12.1)
Coragem (Gn 14.15)
Bênçãos espirituais (Gn 14.19)
Necessidades terrenas (Gn 13.2)
Segurança social (Gn  15.15)
Perdão (Gn20.17)
Teve um filho quando já estava em idade avança da (Gn 21.3)
Proteção contínua (Gn 15.1)
A promessa de uma cidade celestial (Hb 11.10)

O caminho do compromisso




Primeiro, Ló olhou para Sodoma com anseios (Gn 13.10).
Em seguida, ele escolheu a terra perto daquela cidade (Gn 13.11).
Depois disso, ele ergueu sua tenda na direção de Sodoma (Gn 13.12).
Então, ele mudou-se para dentro da cidade (Gn 14.12).
Ao final, ele entregou suas duas filhas e suas energias à Sodoma (Gn 19).


Com certeza, as palavras do Novo Testamento aplicam-se aqui:
Vede quão grande bosque um pequenofogo incendeia (Tg 3.5).
O pecado é como a lepra ou o câncer.
Começa discretamente, mas pode terminar destruindo todos os órgãos vitais do corpo.

No Novo Testamento,
O grande pecado de Simão Pedro foi amaldiçoar o Senhor Jesus.
Esse pecado também começou discretamente e terminou quando ele
aqueceu suas mãos no acampamento do inimigo (Lc 22.54-56)

Pedro começou  ostentando sua  lealdade  (Mc 14.29).
Depois disso, ele dormiu quando deveria ter ora- do (Mc 14.37).
Em seguida, ele seguiu Cristo, mas caminhando de longe (Mt 26.58).
Então, ele foi encontrado, associando-se com os inimigos de Cristo (Mt 26.69).
E,  finalmente, acabou por amaldiçoar  O Salvador (Mt 26.70-74)

O Anjo do Senhor




Alguns teólogos acreditam que esse título encontrado no
Antigo Testamento é efetivamente outro nome do Senhor Jesus Cristo.
De todo modo׳ esse Anjo especial desempenha um papel importante
na história dos israelitas.

O Anjo do Senhor lutou contra Jacó (Gn 32.24-30).
O Anjo do Senhor redimiu Jacó (Gn 48.16).
O Anjo do Senhor falou com Moisés na sarça ardente (Êx 3.2).
O Anjo do Senhor protegeu os israelitas no mar Vermelho (Êx 14.19).
O Anjo do Senhor preparou os israelitas para aTer- ra Prometida
(Êx 23.20-23; SI 34.7; Is 63.9;  1  Co 10.1-4).
O Anjo do Senhor tranquilizou Josué (Js 5.13-15).
O Anjo do Senhor comissionou Gideâo (Jz 6.11)
O Anjo do Senhor ministrou para Elias (1  Rs 19.7).
O Anjo do Senhor salvou Jerusalém (Is 37.36).
O Anjo do Senhor preservou três jovens hebreus
(Dn 3.25).

Os três grandes ofícios no Antigo Testamento





Os ofícios de profeta, sacerdote e rei.

O profeta era aquele que representava Deus aos homens
(1  Rs 19.16).

O sacerdote era aqueleque representava o homem a Deus
(Lv 8.12; SI 133.2).

O rei era aquele que, sob Deus, governava os ho-mens
(l  Sm 10.1; 16.13).

No NovoTestamento, entretanto, esses três ofícios
passaram às mãos de Jesus Cristo.

Ele foi  um  profeta  (Seu  ministério passado)
(Mt 21.11; Lc 7.16; J o 1.18; 4.19; Hb 1.1,2).

Ele é um sacerdote (Seu ministério presente)
 (Rm 8.34; Hb 4.141 ;7.24,25 ;16־J0 1.1).

Ele será o Rei (Seu futuro ministério)
(Ap 19.11 16־)

AS CONSEQUÊNCIAS DA DESOBEDIÊNCIA ABRÃO




Ele entristeceu a Deus —  0pecado de Abrão (e 0
nosso também) sempre entristece a Deus (veja
SI 78.40; 95.10; Mc 3.5, Ef4.30).

Ele enfraqueceu a própria fé — mais tarde, Abrão
falhou com Deus no mesmo quesito, a mentira
acerca de sua esposa (veja Gn 20). Depois de co-
meter um pecado, torna-se muito maisfácil co-
meter 0 segundo.
Ele deu fraco testemunho a seu sobrinho e parte de
seu mundanismo acabou por contaminar Ló. Os
resultados disso foram trágicos (veja Gn 13; 19).
Ele trouxe aflição à vida de Faraó (veja Gn  12.17).
Ocasionalmente, as pessoas sofrem em  razão
do pecado dos cristãos. Trata-se de uma situa-
ção lamentável quando um descrente repreen-
de um crente por uma ação errada, como Faraó
fez com Abrão.
Ele ficou com Agar, a serva egípcia (Gn  16.3), que
depois se tornaria sua amante e daria à luz Is-
mael, 0 pai  dos atuais árabes. Assim, a agonia
do local  mais atribulado do mundo, o Oriente
Médio, foi  causada  parcialmente pelo pecado
de Adão, quase 39 séculos atrás.
Ele também deu mal exemplo a seu filho, Isaque.
Apesar de não ser nascido quando esse pecado
foi cometido, certamente 0 filho de Abrão ou-
viu essa história quando jovem; e ele também
falhou com  Deus ao mentir sobre sua esposa,
Rebeca (veja Gn 26).
E para que não nos esqueçamos — nossos peca-
dos afetam os outros.

A VIDA QUE DEUS QUER - 28 (1Co 5.7)


I. INTRODUÇÃO
A vida que o homem quer viver (Gn 3.5).

II. CONSEQÜÊNCIAS
“...o que semeia na carne” (Gl 6.8).

III.  A VONTADE  DE  DEUS  PARA  NOSSA VIDA(V. 7)
1.  Limpai-vos do fermento velho.
2. Para que sejais uma só massa.
3.  Cristo foi sacrificado por nós.

IV. O SÍMBOLO DO BATISMO
1.  Fomos sepultados com  Ele.
2.  Para que andemos em novidade de vida.
3.  V.  8  -  Se já  morremos  com  Cristo  cremos que 
também com  Ele viveremos (Gl 2.20).

V. CONCLUSÃO
Entregue sua vida a Jesus e será verdadeiramente feliz.

EXPERIÊNCIAS NA CONTRIBUIÇÃO - 27 (Nm 10.32-39; Ml 3.7-10; Mc 12.41-44)




I.  INTRODUÇÃO
Consagração total envolve o bom uso do dinheiro e dos bens colocados pelo Senhor sob nossa administração.

II.  UMA  NECESSIDADE -  “ASSIM  NÃO  NEGLIGENCIAREMOS  A  CASA  DO  NOSSO  DEUS”(NM 10.39)
1. A casa de Deus estava sendo negligenciada.
2.  A contribuição foi  determinada  para  proverrecursos para o culto.
3.  Se os crentes não entregam  hoje os dízimos e as ofertas; o culto, a educação, a proclamação e a beneficência, tarefa da igreja, estarão comprometi­das.

III. UM PECADO - “VÓS ME ROUBAIS” (ML 3.8)
1. A palavra é dura mas está na profecia.
2. Quem se omite e retém o dízimo do Senhor,e  não  entrega  as  ofertas  alçadas,  fica  com  oque não lhe pertence
3.  Deus coloca essa atitude na condição de peca­do  de  que  o  homem  precisa  arrepender-se  para ganhar o perdão dos céus

IV.  UM  MANDAMENTO  -  “TRAZEI  TODOS  OS
DÍZIMOS” (ML 3.10)
1. O Dízimo é mandamento de Deus, e está escri­to não só na lei, mas na relação do Senhor com o homem, desde o tempo mais antigo.
2.  Quando  Abraão  entregou  o  dízimo  a  Melquisedeque não havia lei, mas já havia dízimo.

3. A entrega de dízimo é dever do cristão também.

V.  UM  DESAFIO - “FAZEI PROVA DE MIM” (ML3.10)
1.  Deus vai fazer uma promessa aos que se mos­tram fiéis na entrega do dízimo.
2. Mas antes ele garante o cumprimento da pro­messa com um desafio:
Quem  é fiel  para  com  Deus  não  precisa  preo­cupar-se, porque vai encontrar fidelidade tam­bém da parte do Senhor.

VI. UMA PROMESSA - “SE EU NÃO VOS ABRIRAS  JANELAS  DO  CÉU...  DERRAMES  SOBRE VÓS BÊNÇÃO TAL... MAIOR ABASTANÇA” (ML
3.10)
A  promessa  de  Deus  aos  que  lhe  são  fiéis  é  de que aquilo que lhe entregam não lhes vai fazer fal­ta. Ao contrário, torna-se semente para muitos fru­tos que vem a ser produzidos na seara do crente.

VII. UM EXEMPLO - “DEU TUDO O QUE TINHA”
(MC  12.44)
1. A viúva pobre é um exemplo eloqüente para cada servo do Senhor.
2. Se nós contribuíssemos com a generosidade e  a  liberalidade  dela,  não  faltaria  jamais  sus­
tento à obra de Deus.
3. Todos os setores da causa estariam em cresci­mento, e o programa da igreja se completaria.

VIII. CONCLUSÃO
Deus espera que o crente contribua, consciente e alegremente,  para  que  haja  abundância  na  casa do  Senhor e  para que as  promessas de  Deus se cumpram em sua vida.


PERSEVERANDO NO APRENDIZADO - 26 (2Tm 3.14-17; Mt 28.18-20)



I.  INTRODUÇÃO
Aprender é uma necessidade que convivemos du­rante toda a nossa vida

II. A ADMOESTAÇÃO, OU ORIENTAÇÃO PARA
PERMANECER NO QUE APRENDESTE
1.  Não somente ouvir.
2. Não somente aprender.
3.  Mais sobretudo, permanecer.

III. A QUALIDADE DO ENSINO
1. Sabendo de quem aprendeste.
2.  Nos traz segurança.
3.  Confiabilidade.

IV. A IMPORTÂNCIA DO ENSINO
1.  É um  mandamento do Senhor (Mt 28.19,20).
2. É importante para a nossa salvação.
V.  5  -  “...sábio  para  a salvação  pela fé  em  Cristo Jesus”.

V.  A IMPORTÂNCIA  DA  ESCRITURA  NO  ENSI­NO
1.  É inspirada.
2.  É útil para o ensino.
3.  Para a recuperação.
4. Para a correção.
5.  Para a educação.
6.  Para a justiça.
7.  Para que sejamos perfeitos.
8. Habilitados para toda boa obra.

VI. CONCLUSÃO
Permanecer naquilo que aprendeste é:
a.  Confiar nos ensinos de Cristo.42
b.  É aceitá-lo.
c.  É tê-lo como Senhor.

d. Quer fazer esta decisão agora?

A JUSTIÇA DE DEUS - 25 (Na 1.2-15)



I.  INTRODUÇÃO
Características  dos  cidadãos  de  Nínive.  Já  ouvi­ram a mensagem através de Jonas.

II.  AO CULPADO NÃO TEM POR INOCENTE

1. O Senhor é justo.
2.  Julga segundo o seu caráter.
3. Julga segundo a sua própria lei.

III. A BONDADE DO SENHOR
1.  Para com o pecador (Jesus).
2.  Para com o pecador remido  (v. 7).
- Ele conhece os que confiam nele.

IV. QUE PENSAIS VÓS DO SENHOR?
O  que,  você  pensa  do  Senhor  não  modificará  o 
seu julgamento (v.  10).

V. ADVERTÊNCIA DO SENHOR  (V.  12)
1.  Por mais seguros que estejam.
- Serão exterminados (separados).
2. Quebrarei o seu jugo de cima de ti  (v.  13).

VI. CONCLUSÃO
Aceite agora a Jesus.  Eu te afligi  (nos teus peca­dos)  mas não te afligirei  mais (v.  12).


VÓS ME BUSCAREIS - 24 (Jo 7.25-36)



I.  INTRODUÇÃO
1.  “Buscai  ao  Senhor  enquanto  se  pode  achar, invocai-o  enquanto  está  perto.  Deixe  o  homem 
maligno  os  seus  pensamentos,  e  se  converta  ao Senhor” (Is 55.6-7).
2.  Não é fruto  de ensaios  ou  de especulações hodiernas e plano de salvação, que Deus acer­tou com seu filho, a favor dos pecadores!
3.  “ninguém saberá”.  Revela cegueira espiritual e malignidade no falar.

II.  JESUS ADVERTIU E AINDA ADVERTE
1. Contra a mentira.
a. “...conheceis-me, e sabeis donde sou;... porque mentis?”  (v.  28).  Não  são  os judeus  depositários dos oráculos de  Deus? (v. 27).
b. Ainda  hoje cabe a advertência de Jesus; ospecadores  não  podem  justificar  sua  rejeição!
Sabem, pela pregação quem é Jesus e para queveio a este mundo!
c.  Sabem!  Não  convém  aos  ministros  romanos identificá-lo com fidelidade! (v. 26).
2. Contra a prepotência.
a.  “Os principais dos Sacerdotes mandaram... para o prenderem” - sempre, a casta sacerdotal de en­
tão, tomava a iniciativa para a luta contra o salva­dor! (v. 32).

b.  Nos  nossos  dias,  essa  luta  continua;  não podendo opor-se a Jesus pela palavra de Deus
- a Bíblia - os principais dos Sacerdotes de hoje,apelam para as autoridades temporais!
c.  Impressionante!  Como  se  unem,  aqueles  que se digladiam perante a sociedade,  para cercear a ação do evangelho!

3.  Contra a indiferença.
a.  “...me  buscareis...  não  me  achareis...  onde  eu estou vós não podeis ir” (v. 34).
b. “Sai do Pai, e vim ao mundo; outra vez deixo o mundo, e vou para o Pai”  (Jo  16.28).
c.  “veio,  não  o  receberam!  por  isso  não  estarão com ele!... espera-os o tormento eterno! (Jo 1.12).
d. O pecador tem a salvação ao seu alcance, só  em Jesus Cristo!  (Is 55.6,7).

III.  CONCLUSÃO
Amigo,  foge  da  mentira  que  por  aí  disseminam, não participes da prepotência dos homens contra o evangelho,  não sejas indiferente à tua salvação (v. 33), vem a Jesus!





NO PRINCÍPIO, DEUS - 23 (Jo 1.1-14)




I.  INTRODUÇÃO
1.  Nada se pode opor a provas evidentes!  O  me­lhor ensino está no exemplo!...
2. Pedagogia moderna: ensino pela imagem.
3. V.  1, a prova da verdade que pregamos,... V.  14 o exemplo!
4.  Por que os homens não crêem?
5.  “Santifica-os na verdade: a tua palavra é a ver­dade” (Jo  17.17).
6.  “Eu  sou  o Caminho a Verdade e a Vida”  (Jo14.6).
7.  v.  3  e  4  -  Aí  está:  Deus  achegando-se  ao  ho­mem... para salvá-lo!

II.  DONDE PROMANA A SALVAÇÃO?
1.  De Deus: v.  1  e 14 - “e o Verbo era Deus”,... “se fez carne”... nunca, em escola alguma, tão poucas palavras revelaram tanto!
2. “Portanto, o mesmo Senhor vos dará um si­nal:  Eis  que  uma  virgem  conceberá,  e  dará  à luz um filho, e será o seu nome EMANUEL”  (Is7.14).
3.  “E  dará à luz  um filho e chamarás o seu  nome  Jesus,  porque  Ele  salvará  o  seu  povo  dos  seus pecados” (Mt 1.21).
4. É ainda Isaías que revela: “O povo que anda­va em trevas viu uma grande luz”  (Is 9.2) -  “e a
luz resplandece nas trevas”  (v. 5).

III. DA GRAÇA
1.  V.  14  -  “cheio  de  graça...”  cheio  de  misericór­dia!...  Um  Deus da ignorância,... da perdição!
2. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8).
3.  “Porque  há  um  só  Deus,  e  um  só  mediadorentre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”(1Tm 2.5).
4. V.  12 - “aos que crêem em seu  nome,...”.

IV. DA VERDADE
1. V.  14 - “e de verdade,...” - Deus, Graça e Verda­
de, três cousas distintas numa só!...
2.  “Santifica-os  na  verdade:  a  tua  palavra  é  a
verdade”  (Jo  17.17).
3 .0 evangelho é a verdade! - Pode o pecador exi­

gir maiores provas? (v.  1  e 14).

V. CONCLUSÃO
Amigo, rejeita a filosofia humana; aceita esta pala­vra, vem a Cristo







MINHAS PALAVRAS - 22 (Lc 6.46-49)


I.  INTRODUÇÃO
1.  No evangelho de Jesus Cristo, tudo é pela deci­são!...  não há, em sentido algum,  meios termos!

2.  Luz-Trevas,  Gozo-Tormento,  Néscio-Sábio,
Salvação-Perdição, Vida-Morte,  Bênção-Maldição!
3.  Na mensagem  lida v. 48 e 49!  E por que, se os 
dois ouviram as mesmas palavras?

II.  OBSERVAI  AS  DUAS  CLASSES  DE  OUVIN­TES
1. O que ouve.
a. v. 47 e 49 - “...as minhas palavras...” - O Evan­gelho! Uma mensagem para todos! No entanto, em ouvi-la, é que se divide a humanidade!
b. Ao pé da Cruz, onde, pelo seu sacrifício, Jesus procurou  atrair
todos  a  si,  mais  se  aceitou  essa separação!


2. O que pratica.
a. v. 47 e 49 - “e as observa”... “não pratica”... ob­servar os  ensinos  de  Jesus,  e  alicerçar sua vida na Rocha dos Séculos!
b.  Cabe ao  homem dispor o alicerce:  “e as ob­serva”,... e Jesus completará a obra, firmando-lhe a Vida! “Se o Senhor não edificar a casa,  em vão trabalham os que a edificam” (S1127.1).

3. O que sofre.
a. v. 48 e 49 - “bateu com  ímpeto a corrente,...” os mesmos contratempos! O crente e o incrédulo en­frentarão os mesmos obstáculos no mundo!...  Po­rém, os resultados finais dos embates desta vida, não são iguais!
b. Se observar, v. 47 - então está salvo, v. 48.
c. Se não praticou, v. 49 - então está perdido! Gran­de ruína daquela casa!

III.  CONCLUSÃO
1. A mensagem de hoje é a mesma: “minhas pala­vras” - a mensagem da cruz!
2. Ainda hoje a humanidade se divide, ao ouvila! Onde formareis! Observai!





COMER CONVOSCO (Lc 22.7-23)



I. INTRODUÇÃO
1. Quando não seja um adorno, o monumento re­vela algo que não vimos; feito para o nosso bene­fício! Aí estão sempre nas praças principais, entre outros, os monumentos aos libertadores: Tiraden- 
tes,  Pedro  I,  etc.
2.  A ceia do Senhor, é um  memorial!  Revela o que não vimos, mas, realizado em nosso bene­fício: a morte de Jesus Cristo  (v.  19).

II. OS CRENTES ESTÃO LIGADOS A JESUS
1. V.  15 - “Desejei muito comer convosco,...” doce  e santa intimidade,  se o aceitarmos!... “Antes que padeça”.
2.  “Eis que estou a porta e bato se alguém ou­vir... e abrir a porta, entrarei... e com ele cearei,
ele comigo”  (Ap 4.20).
3.  É  impressionante  observar  como  a  iniciativa parte  sempre  de Jesus!  “desejei”...  “bato”...  “cea­rei com ele”.

III. QUE O SACRIFÍCIO DE JESUS FOI POR NÓS
1.  V.  19 - “...que  por vós é dado,...” -  não  há pre­ço!... Jesus o anunciou em vida! não é uma fábula - e o cumpriu no gólgota!
2. “E, como Moisés levantou a serpente no de­serto, assim importa que o filho do homem seja
levantado  (Jo 3.14

3.  Na ceia ressurge o drama!  encaramos o suplí­cio!  Importa não esquecer que foi por nós!

IV. QUE SOMOS CO-HERDEIROS COM JESUS
1.  V.  20  -  “...Novo  Testamento  no  meu  sangue,... depois da ceia” - o novo pacto só se estabeleceu após receberem Jesus (v.  14).
2. Só os que aceitaram o pão, se habilitaram ao vinho!  Só  os  que  aceitam  a  Jesus  Cristo,  po­dem ser purificados dos seus pecados!
3. “e o sangue de Jesus Cristo, seu filho, nos puri­fica de todo o pecado (1 Jo  1.7).

V. CONCLUSÃO
1. Os homens tudo fazem para gozar da estima e da intimidade do seu semelhante, e muitas vezes, 
arcando com  prejuízos pecuniários -  e  lhe ergue­mos monumentos!
2. Por que não envidar esforços para ter comu­nhão com Jesus? Que os salvará!
3.  Erguei-lhe,  não  um  monumento,  -  Ele  o  é  no universo  (SI  19.1)  mas,  um  altar  no  vosso  cora­ção!


MALEDICÊNCIA - (Ef 4.31)



I.  INTRODUÇÃO
No viver diário do cristão não pode haver: AMAR­GURA, CÓLERA,  IRA, GRITARIA, BLASFÊMIAS, MALÍCIA.

II. O CRISTÃO NÃO PODE SER CONTENCIOSO
(ALTERCADOR, DISCUTIDOR, BRIGUENTO) (Tt 3.2).

III.  O  CRISTÃO  NÃO  PODE  SER  DESTITUÍDO DE MODÉSTIA,  E SIM:
(CORDATOS, MODERADO NOS DESEJOS, DES­PRETENSIOSO,  SEM  VAIDADE,  COMEDIDO, SIMPLES)  (v. 2).

IV.  O  CRISTÃO  NÃO  PODE  BLASFEMAR  (EFm4.31)
Blasfemar  não  é  só  no  sentido  sacro.  É  também ultrajar, afrontar, ofender, difamar, insultar (Tg 3.6).

V.  O CRISTÃO  NÃO  PODE  SER  “DOCE”  E  “AMARGO” AO MESMO TEMPO (Tg 4.11; 1Pe 2.1) Você é ou não é (Gl 5.20-22).

VI. CONCLUSÃO
Convide o  Espírito Santo a dominar a sua vida,  e  com a sua ajuda, faça uma reflexão.

INESCUSÁVEIS - (Jo 15.17-27)


I.  INTRODUÇÃO
“E acabando o diabo toda a tentação ausentou-se dele (Jesus) por algum tempo (Lc 4.13).
1.  Mas desde então, sob múltiplas formas, tenta-o na vida do seus!
2.  Satanás  desencadeia  todas  as  suas  forças contra os que vão aceitar a Jesus como salva­
dor! (v. 18) Embora tenha vencido em algumas escaramuças,  a  vitória  jamais  lhe  pertencerá!
(vs. 26,27).

II.  SÃO  INESCUSÁVEIS  PORQUE  REAGEM  À MENSAGEM
1.  “V.  18  -  “primeiro...  me  aborreceu  a  mim”...  se veio para salvá-lo!... e o rejeitaram!
2.  “...ninguém  pode vir a mim,  se por meu  pai  lhe não  for  concedido.  Desde  então,  muitos...  torna­ram para trás,” (Jo 7).
3.  Como  se  desculparão  os  pecadores  quando, ainda hoje, têm essa atitude?
4.  Propõe Jesus,  nessas  palavras,  um  crime?...  Julgaram-se,  os  homens,  mais  sábios  que Jesus?
5.  “Mas  para os que são chamados, tanto judeus como  gregos,  lhes  pregamos  a  Cristo;  poder...  e  sabedoria de Deus” (1 Co  1.24).
6.  Atentem,  os  pecadores  para  a  responsabilidade que assumem, ao ouvir isto!
7.  A salvação do pecador nunca esteve condicio­nada  a  uma  casta  sacerdotal,  privilegiada  ou usurpadora!

III.  PORQUE  VIRAM  OS  PRODÍGIOS  DO  SE­NHOR
1. V. 24 - “Se eu entre eles não fizesse tais obras,...”  Justificariam seus desmandos,... a questão, porém,  reside no dilema: já ouviram e viram!
2.  “As  (coisas)  que  dizem  respeito  a  Jesus Nazareno  que foi  varão  profeta,  poderoso  em
obras  e  palavras  diante  de  Deus  e  de  todo  o povo”  (Lc 24.19).
3.  Nos  nossos  dias,  pela  pregação,  Jesus  ainda  opera poderosamente!
4.  Reaja  o  pecador,  não  contra  a  mensagem; não negando as virtudes de Jesus, mas contra
todas as investidas do diabo!
5.  E cada um sabe como ele o ataca!
6.  “Errais, não conhecendo as escrituras, nem o poder de Deus”  (Mt 22.29).

IV. Conclusão
Amigo,  diante desta exposição da  Palavra,  ousa­
ria escusar-se quanto  ao descaso a que relega a  sua alma?

PODER DE UMA ESPERANÇA (At 26.1-29



I.  INTRODUÇÃO
1.  Herodes  O  Grande  -  que  matara  os  meninos de Belém.
2. Herodes Antipas  - matou João Batista.
3.  Herodes Agripa I - matou Tiago; irmão de João
16 anos antes.
4. Herodes Agripa II - matou (com 17 anos) a quem Paulo compareceu.

II. MOTIVO DA ACUSAÇÃO
Esperança da ressurreição (Vs. 6 e 7).

III. O PODER DA ESPERANÇA
Estando preso, perante Agripa, ou Herodes Agripa I  e Festo.- Testemunhar com ousadia (v. 26).

IV. O CONTEÚDO DA ESPERANÇA DE PAULO
1.  Plano de Salvação.
2.  Experiência da conversão de Paulo.

V.  REAÇÃO DE FESTO
Estás louco,  Paulo; as muitas letras te fazem deli­rar.
-  Hoje diriam: o fanatismo faze-os delirar.
Por pouco me queres persuadir a que me faça cris­tão.

VII. CONCLUSÃO
Qual a sua posição?

PARA ONDE VAIS?- (Jo 13.31-38)



I.  INTRODUÇÃO
1.  Há  perguntas  que  revelam  conhecimento  do assunto,  e  há perguntas que demonstram a igno­
rância  do  assunto.  No  terreno  espiritual,  quando se pergunta - como no caso de Pedro v. 36, a ques­tão assume aspecto grave!  (v. 38).
2. Nos dias atuais, ninguém pode ignorar a ori­gem, o ministério, sacrifício, e posição atual de nosso Senhor Jesus Cristo.

II. JESUS PERGUNTA: PARA ONDE VOCÊ VAI?

III. VOCÊ SABE DA MINHA ORIGEM?
1. Jesus é Deus o Criador (Jo  1.1-3).
2. Ele nasceu sem pecado, tornando-se homem,para tomar o nosso lugar.
a.  “...Não temas  receber a  Maria tua mulher,  por­que o que nela está gerado é do Espírito Santo; e 
darás  à  luz  a  um  filho,  e  chamarás  o  seu  nome Jesus” (Mt 1.20,21).
b.  O  evangelho  vem  o  revelando  ainda  hoje  a todos os povos!
c.  E  o  faz  para  que,  todos  confiem  no  Salvador que veio dos céus.

IV. JÁ OUVIU FALAR DO SEU MINISTÉRIO?
1.  Nas  escrituras  estão  os  relatos  desse  ministé­rio: salvando,  curando, consolando,  ligando o ho­mem ao seu criador.
2. Novamente se fala do Espírito Santo em rela­ção a origem e missão de Jesus!
a. “O Espírito do Senhor é sobre mim, pois que me ungiu  para evangelizar os pobres,  enviou-me aos quebrantados do coração,...” (Lc 4.18).
b. Os homens são inescusáveis quanto ao des­tino eterno de suas almas.

V.  VOCÊ  CONHECE  O  SACRIFÍCIO  QUE  FIZ  POR VOCÊ?
Jesus procurou esclarecer aos apóstolos a neces­sidade do seu sacrifício, mas pareciam não enten­der!  Iguais a todos os homens! 
a.  “E  Ele  morreu  por  todos,  para  que  os  que vivem, não vivam mais para si, mas para aque­
le  que  por  eles  morreu  e  ressuscitou”  (2Co 5.15).
b.  Como  ignorar  a  necessidade  de  salvação  se Cristo a traçou de forma clara, firme,  e decisiva,

 VI. VOCÊ SABE BUSCÁ-LO?
Você  não  pode  fugir  a  responsabilidade  de  não buscá-lo ou  buscá-lo de forma errada:
a.  “Respondeu-lhe Jesus:  Eu  Sou  o  Caminho,e a Verdade, e a Vida; ninguém vem ao Pai, se­ não por mim”  (Jo  14.6).
b.  “Eis que vejo os céus abertos,  e o  Filho do ho­mem, que está em pé à direita de Deus” (At 7.56).

VII. CONCLUSÃO
1.  Sim  amigo,  você  pode  e  deve  segui-lo  agora! Não espere que lhe pergunte, para onde vais?
2.  “Ouvi-te em tempo aceitável  e socorri-te no dia da salvação: eis aqui agora o tempo aceitá­vel, eis aqui agora, o dia da salvação”  (2Co 6.2).


NÃO É PARA MORTE (Jo 11.1-13)




I.  INTRODUÇÃO
“Por isso o Senhor esperará, para ter misericórdia de vós,... porque o Senhor é um  Deus de eqüida- 
de; bem-aventurados todos os que nele esperam” (Is 30.18).

1. A preocupação dos homens deveria ser, não tanto ver milagres, mas, a perceber-se de como
Jesus age em benefício do mortal!
2.  Temos  diante  de  nós,  um  dos  capítulos  mais emocionantes  do  Novo  Testamento;  onde  Jesus surge simples e grande! Solene! Amorável!

II.  PALAVRAS QUE CONSTITUEM  UMA SEGU­RANÇA
1.  Palavras que confortam.
a. V. 4 - “...não é para a morte” - dissipa-se, por­tanto, todo o temor! A morte sempre impressi­ona e atemoriza o incrédulo!
b. O ouro provado pelo fogo valoriza-se!
c. Uma enfermidade põe prova a fé, e achega a criatura ao seu criador!
d. “Para que a prova da vossa fé, muito mais preci­osa do que o ouro... se ache em louvor,...  na rela­ção de Jesus Cristo” (1 Pe  1.7).
2. Palavras que encorajam.
a. V. 9 - “Se alguém andar de dia, não tropeça,...” - 
toda a aspereza do caminho é vencida pela luz!
b.  “Andemos  honestamente,  como  de  d ia ,...”(Rm  13.13).
c.  “Lâmpada para os  meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho” (S1119.105).
d.  Os  pecadores  que  seguirem  a  Jesus terão,nele, o guia seguro para Canaã celestial!
3.  Palavras de fé.
a.  V.  11  - “...vou despertá-lo do sono” - isto in­cute coragem! anima e impulsiona um coraçãocrente!

b. “Desperta tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá” (Ef 5.14).
c. V. 9 - “Vê a luz deste mundo”... Jesus Cristo orientando!  (Jo 8.12).
d. Todo o pecador, por empedernido que seja, sal- var-se-á, se aceitar estas palavras.

III.  CONCLUSÃO
1. A ti meu amigo, estendemos estas palavras, para confortar-te  na angústia;  para  encorajar-te  e  dar- te fé em Cristo.
2. Recebe-o agora como teu salvador e Senhor!
E verás que a  morte que te aguarda, será ape­nas o começo de uma nova vida!

CONVÍVIO SALVADOR (Lc 14.1-11; Hb 12.1,2)


I.  INTRODUÇÃO
1. Todo o nosso cuidado deve consistir não em fu­gir deste mundo,  mas, como viver nele (v.  1).
2. O Mestre comendo em casa dum fariseu... e,ali, “O estavam observando”!...

II.  VERDADES A OBSERVAR
1.  Nada de isolamento.
a. V. 1  - “Em casa de um dos principais...” - umdos  principais  inimigos  de  Jesus  -  o  fariseu!
fora de dúvida  porém,  um  necessitado de sal­vação!
b.  “E  ao  terceiro  dia,  fizeram-se  umas  bodas  em 
Caná da Galiléia e estava ali a mãe de Jesus. E foi também convidado Jesus,...  (Jo 2.1,2).
c.  Não  fugimos  ao  convívio  dos  incrédulos,...apenas não participamos dos seus atos, se eles
ferirem princípios de moral.
d.  Nosso anseio é guiá-los a Cristo.

2. O mundo observa.
a. V.  1  - “o estavam observando...” - Gostariam de contradizer àquele que  lhes pregava nova doutri­
na,... sem preocupar-se com o ambiente.
b. V. 3 - “É lícito...?” (v. 4) - porém calam-se”.
c.  Só  o  evangelho  tem  esse  poder,  constranger corações a se submeterem a Cristo!
d. Responderam os servidores: Nunca homem algum falou assim como este homem  (Jo 7.46).
3.  Só Jesus Cristo salva.
a. V. 4 - “tomando”,  “curando”, despedindo”  -Eis  o  processo!  Pode-se  duvidar  duma  palavra, 
nunca dum ato!
b. Jesus, pela sua palavra, se apossa do peca­dor, quando este se entrega a Jesus, está sal­
vo,  e  livre  portanto,  das  garras  de  Satanás!...“despediu” ...  não  mais  estava  sujeito  ao
farisaísmo que nada fizera por si.

III. CONCLUSÃO
Amigo, vem  a Jesus!  Ele te libertará dos teus pe­cados,  mesmo  à  vista  dos  que  se  opõem  a  tua 
doutrina!