"Examinai tudo. Retende o bem." (I Tessalonicenses 5 : 21).

OBRAS EM DESTAQUE

DEDICADOS À VIDA SIMPLES


O coração da vida simples - Mt 6.33-34; Mq 6.8
Jesus explica a vida simples - Mt 6.19-34
Livre de problemas financeiros - Rm  13.8; Mt 6.19-34
Entregando-se à sua corrida:  livre de pesos - Hb  12.1-2
Livre de ativismo - Lc 9.57-62; Jo  15.1-4
Administrando bem seu tempo - Cl 4.5-6; Ef 5.14-18
Sabendo quando dizer não - Mc 1.35-39
Vivendo despreocupado, curtindo a vida - Lc  12.22-34; Fp 4.4-7,11-13

DEDICADOS À COMUNHÃO


Compartilhando nossos testemunhos - At 22.1-21
Compartilhando nossa visão para o futuro - At 2.17-18; Jr 29.4-7,11
Os mandamentos recíprocos -  IPe  1.22; 3.8; 4.9-10; 5.5,14
Comunhão na Igreja Primitiva - Fp 2.1-5; At 2.42-47
Comunhão radical: idealismo ou realismo? - 2Co 8.1-5,13-15; At 2.44-45; 4.32-37
Respondendo às necessidades uns dos outros - Fp 4.10-19; Tg 5.16
Disciplinado como atleta e como discípulo -  lCo 9.24-27; At 2.42
Visão e disciplina - At 26.19; 2.42-47

DEDICADOS À PALAVRA


Tornando-nos homens e mulheres da Palavra - At 6.4; SI  1.1-3
Famintos e sedentos pela Palavra - Mt 4.4; Dt 8.1-5
Estudando a Palavra com resultados - 2Tm 3.16-17
Vivendo a  Palavra com integridade - Tg  1.22-25; Lc 6.46-49
Compartilhando a Palavra como estilo de vida - Cl 3.16; Js  1.8
Memorizando e meditando na Palavra - Lc 2.19; SI  119.9-11;  1.1-3
Semeando a Palavra - Lc 8.4-15

Usando a Palavra para mudanças profundas - Hb 4.12-13; Is 55.8-11

BÍBLIA DE ESTUDO DO DISCIPULADO - AUTOPLAY


A Bíblia de Estudo do Discipulado traz notas e estudos voltados especialmente para pequenos grupos e introdução ao discipulado de Jesus. As anotações, reflexões e estudos têm a finalidade de fazer com que o discípulo cresça a cada dia em seu propósito e possa discipular 


Definindo um tempo e um lugar para orar


Além de ter um plano de oração, para uma vida de oração poderosa é essencial separar um tempo e um lugar para orar. De forma geral fazemos isso para todas as nossas atividades importantes: comer, trabalhar, estudar, entreter-se, ir aos cultos na igreja, e assim por diante. E a oração, é importante?

Separar  um  tempo.  A  palavra  "disciplina"  está  desaparecendo  de  nosso vocabulário  e  de  nossa  vida  cristã.  Como verdadeiros discípulos, precisamos contornar isso.  Por um  lado, devemos orar sem cessar (ITs 5.17); mas, se queremos tempo de qualidade com Deus, é tremendamente útil ter um tempo próprio para isso. Boas opções incluem o início do dia, uma caminhada com Deus num certo momento do dia ou o fim da tarde, se você ainda tiver energia.

Separar um lugar.  Seja sentado, ajoelhado, em pé ou deitado com o rosto no chão, seja mudando de postura segun­do o momento no plano de oração, ter um lugar privado onde você pode orar em voz alta é tremendamente útil.  Para algumas pessoas pode acabar sendo o banheiro - num horário que não é procurado por outras pessoas. Ajuda se tiver uma mesa, cadeira ou cantinho onde pode colocar sua Bíblia e diário espiritual e possivelmente um livro devocional.

Marcas de um discípulo


Três grandes marcas são:

•  Ser fiel:  Deus é fiel; e o verdadeiro discípulo também. Quando dá sua palavra, você pode confiar. Quando diz que se 
encontrará com você em certo horário, é firme em cumprir sua palavra. Ele entende que, quando se comprometeu 
para  se  encontrar com  você,  esse tempo  não  pertence  mais  a  ele;  pertence  a  você.  Se  ele tiver  um  problema  ou 
emergência, ele normalmente ligará explicando a situação, pedindo para ser liberado do compromisso e remarcando. 
Mas deixa em suas mãos o direito de liberá-lo;  não simplesmente cancela.  Isto inclui seus compromissos com seu 
cônjuge e filhos. Ele vive com Deus; isso se reflete no fato de manter sua palavra mesmo quando sai prejudicado.

•  Estar disponível:  ele não vive dando desculpas quanto a dificuldades de caminhar com seu discipulador (cf. med. 
Lc 9.57-62). Ele se esforça para caminhar junto, pagando o preço, seja quanto a seu tempo, seja até em dinheiro. 
Ele opta  por  priorizar a  relação com  o discipulador acima  de  muitas outras atividades.  É proativo em  encontrar 
formas de caminharem juntos (cf. med. Jo 3.1-15).

•  Ser  ensinável  (cf.  n.  Mt  9.13):  está  motivado  para  aprender.  Faz  perguntas.  E  mais  perguntas,  com  o  desejo  de 
crescer  e  aprender  (cf.  n.  Mt  13.36).  Quando  recebe  tarefas,  leva  a  sério.  Não  apenas  isso,  pois  volta  desejoso 
de  outras tarefas,  outras formas  de  crescer.  Tem fome  e  sede  do  Reino  de  Deus.  E  coloca  em  prática  o  que  está 
aprendendo; não apenas exercita o que aprende de forma intelectual, e sim de forma íntegra. Seu desejo de crescer 
naturalmente extrai o melhor de seu discipulador.
Para se aprofundar mais sobre as marcas de um discípulo, cf. med. Mt 10.1-16.

O Pai Nosso - como padrão para nós



Faça a experiência de orar cada frase desta oração seguida por orações próprias antes de continuar com a próxima frase.

•  "Pai  nosso":  (conexão)  tudo  começa  com  a  relação  incrivelmente  íntima  que temos;  não  apenas  uma  relação individual, e sim como família.  (Cf. ns. Lc  11.2; Jo  1.14; Rm 8.15.)

•  "que estás  nos céus": (louvor, gratidão)  Deus está acima de tudo. Soberano.  No controle.

•  "santificado  seja  o  teu  nome":  (louvor)  seu  nome  representa  sua  pessoa,  caráter, atividades  e  atributos.Santificar  significa  tratar  como  santo,  especial,  nosso  norte. Como  consequência,  nós  que  temos  seu  nome também precisamos nos santificar.

•  "venha  o  teu  Reino;  seja  feita  a  tua  vontade,  assim  na  terra  como  no  céu":  (consagração)  estas  frases representam  uma  entrega  total  ao  senhorio  de  Deus  em  cada  esfera  de  nossas  vidas,  procurando  viver  seus propósitos em cada dimensão.  (Cf.  n.  Mt 6.10; Intro. Mt.)

•  "o pão nosso de cada  dia":  (intercessão)  reconhecimento de nossa dependência e compartilhamento de nossas necessidades de cada dia  (Pv 30.7-8).  (Cf. ns. Mt 6.25-34; Lc  11.3; At 2.44-45; 2Co 8.13-15;  Fp 4.11.)

•  "perdoa-nos  as  nossas  dívidas,  assim  como  nós  também  perdoamos  aos  nossos  devedores":  (confissão) mantendo nossas contas em dia com Deus; andando em humildade. Cf. ns.  Mt 6.14-15; Lc  11.4.

•  "e não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal": (batalha espiritual)  luta contra a carne, o mundo e o diabo - mas não nós, e sim Cristo em nós. (Cf. n. Mt 6.13.)

•  "pois  teu  é  o  Reino,  o  poder  e  a  glória  para  sempre":  (louvor) começamos  com sua  pessoa  e  caráter;encerramos da mesma forma. Somente a ele toda a glória!

O VOCABULÁRIO VICIOSO DO PECADO



Introduzido pelo primeiro Adão

Em Gênesis 2.17,  ele introduziu... a m orte.
Em Gênesis 3.7,  ele introduziu...  a nudez.
Em Gênesis 3.17,  ele introduziu... a m aldição.
Em Gênesis 3.17, ele introduziu... a dor.
Em Gênesis 3.18, ele introduziu... os espinhos.
Em Gênesis 3.19, ele introduziu... o suor.
Em Gênesis 3.24, ele introduziu... a espada.

Tratado pelo segundo Adão
Em  João 11.25, Ele tratou com ...  a m orte.
Em  João 19.23, Ele tratou com ...  a nudez.
Em Gálatas 3.13, Ele tratou com ...  a m aldição.
Em Isaías 53.3, Ele tratou com ...  a dor.
Em João 19.5, Ele tratou com ...  os espinhos.
Em lucas 22.44, Ele tratou com ...  o suor.
Em João 19.34, Ele tratou com .. .  a espada.


A DEVOÇÃO DOS SANTOS É ALICERÇADA


1.  Nas misericórdias de Deus (Rm  12.1);
2. Na chamada de Deus  (1Ts 2.12);
3.  Na morte de Cristo (2Co 5.15);
4.  Na criação  (S119.1);
5.  Na nossa preservação (Is 46.4);
6. Na nossa redenção  (1Co 6.19.20).

Bíblia de Estudo Arqueológica NVI em AUTOPLAY


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3 tentações comuns aos santos:






1  Desejo  de  vanglória  (v.  26;  5.13;  6.12,13;  Fp2.1-3; Cl 2.18)
2  Provocar  uns  aos  outros  (v.  26;  Fp  2.1-3;  Ef 4.31,32; Cl 2.8-10)
3  Invejar uns aos outros (v. 26;  Rm  13.13;  1  Co 3.3;  2  Co  12.20;  1  Tm  6.4; Tt 3.3; Tg 3.14-16;  1 Pe2.1)

5 razões por que Cristo entregou a si mes­mo ( GL1.4)






1  Por nossos pecados (1.4; Mt 1.21; 26.28; 1  Co 15.3; 1  Pe 2.24).
2  Para  que  Ele  possa  nos  libertar  do  presente mundo mau (1.4; Tt 2.14).
3  Para  a  igreja;  para  que  Ele  possa  santificá-la pela  Palavra  (Ef 5.25,26).
4  um resgate por todos (1 Tm  2.6).
5  Por  nós,  para  que  Ele  possa  nos  redimir  de toda a iniqüidade (Tt 2.14).

Gálatas se refere ao evangelho como


1 A graça de Cristo (1.8).
2 Uma revelação (1.11,12).
3 Não vindo do homem  (1.11).
4 O que justifica (2.16).
5 O que dá o Espírito (3.2).
6 O que realiza milagres (3.5).
7 Redimindo  da maldição da lei (3.13).
8 Sendo de fé (3.22-25).
9 Redimindo os que estão sob a lei (3.13).
10 Tornando-nos filhos, e não servos (4.6).
11  Trazendo liberdade (4.26; 5.1,13).
12 Dando o novo nascimento (4.21-31).
13 Abolindo a circuncisão (5.2).
14 Cancelando a lei (5.18).
15 A lei  de  Cristo (6.2 )

4 segredos da graça contínua ( GL 5.5)




1  viva e ande  no  Espírito (v. 5; 5.16-26;  Rm 8.1- 13; Cl 3.5-10).
2 Seja  paciente na esperança (v. 5; Rm 8.24; Hb 3.6,12-14; 6.19).
3  Continue  em  Cristo  (v.  6; Jo  15.1-8;  Cl  2.6,7; Hb 3.14).
4 Continue na fé (v. 6; Cl  1.23).

Exigências para a chamada dom Obreiro


 Qualificações naturais:

Coragem-At 19.30
Diligência - Rm 12.8,11; ITm 1.15
Tato-IITm 4.1,2; ITm 5.1,2
Discrição-ITm 6.11
Cortesia - IPe 3.8
Asseio-Mt 5.37; Tg 5.12
Pontualidade - Mt 5.37
Responsabilidade-Jr48.10

Qualificações para a Chamada do OBREIRO




Novo Nascimento - Jo 3.3; ICo 2.14-16
Revestimento de poder - Lc 24.47-49
Andar com Deus - At 3.12
Educação-At 7.22
A Escola da experiência - IICo 1.4,5 
Humildade - ICo 1.27-29
Conhecimento biblico-M. 2 

A Bíblia tem muito a dizer sobre a língua



Aqui está uma amostra:

a.  Sepultura aberta (Salmos 5:9).
b.  Afiada (Salmo 52:2)
c.  Afiada espada (Salmo 57: 4)
d.  Flechas (Salmo 64:3)
e.  Incêndio (Provérbios 16:27)
f.   Freio na boca de um cavalo (Tiago 3:3)
g.  Leme do navio (Tiago 3:4)
h.  Indomável fera (Tiago 3:7-8)
i.   Veneno mortal (Tiago 3:8)

De Volta Para Canaã




I. Envolve Remoção. V. 1-2
A.  Ele removeu a sua pessoa do Egito
B.  Ele removeu suas posses do Egito
C.  Ele removeu seu potencial do Egito

II. Envolve Voltar. V. 3-4
A.  Para o lugar de adoração a Deus
B.  Para o lugar do trabalhar de Deus 
C.  Para o lugar da vontade de Deus

III. Envolve Renovação. V. 3-4
A.  Ele renovou sua devoção a Deus
B.  Ele renovou sua dependência de Deus
C.  Ele renovou sua dedicação a Deus

 Precisamos  dar  os mesmos passos que Abrão deu e voltar novamente.

No Monte Da Entrega Absoluta Gênesis 22:1-14



I. Envolve percepção. V. 1-2. 
Devemos estar em posição de ouvir Deus.
A. Isto exige um relacionamento 
B. Isso exige prontidão
C. Isso exige uma revelação

II. Envolve preparações. V. 3-5.
A. Suas mãos estavam preparadas. V. 3 
B. A sua cabeça estava preparada. V. 4-5
C.  Seu  coração  estava  preparado.  V.  5b

III. Envolve participação. V. 6-14
A. Esta participação é pessoal. V. 6 
B. Esta participação é profunda. V. 7-10
C. Esta participação é poderosa. V. 11-14

Conclusão:  Então, tudo que você tem são totalmente, absolutamente entregue a Deus? Deus realmente não está interessado em seu Isaque, é você que Ele quer! Será que ele tem tudo de você?

Lições Da Vida De José


Texto: Gênesis 30:23-24
Introdução

A.  O nome de José indica que seu nascimento foi considerado um sinal de coisas futuras grandiosas (Gênesis 30:24).
B.  A história da vida de José é uma das mais conhecidas na Bíblia, mas o que a torna tão notável não é o que aconteceu com José, mas como José reagiu a tais circunstâncias.

I. De José, aprendemos que a vida nem sempre é justa.
A.  José não cresceu em uma família ideal (Gênesis 34; 35:22; 37: 2; 38).
B.  Seus irmãos o odiavam sem causa (Gênesis 37: 3-9).
C.  José foi maltratado quase o tempo todo (Gênesis 37: 12-28).

II.  De  José,  aprendemos  que  podemos  fazer  a  coisa  certa,  não importa as circunstâncias.
A.  José não deixou que as circunstâncias ditassem suas ações (Gênesis 39:7-12).
B.  José permitiu que a razão (não as emoções) orientasse suas ações (Gênesis 42: 8-24; 43: 24-31; 44: 14-34).
C.  Em grande parte, Daniel e seus companheiros sofreram o mesmo que José em suas próprias vidas na Babilônia (Daniel 1: 3-4,8,18-21; 2: 27-30; 6: 1-4).

III. De José, aprendemos que devemos lembrar algumas coisas e esquecer outras.

A.  José teve de esquecer algumas coisas amargas (Gênesis 41:51; 50: 15-21).
B.  José nunca esqueceu o Deus de seus pais (Gênesis 37: 5-11; 50: 24-26).
C.  Deus nunca se esqueceu de José (Gênesis 39: 1-6,20-23).

Conclusão
A.  José nos ensina que não devemos deixar que as circunstâncias nos controlem.
B.  Ele também nos ensina que não devemos nos exaltar, uma vez que Deus exaltará o fiel em seu devido tempo (Tiago 4:10; Filipenses 2: 5-11)



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